Thursday, 6 November 2014

Momentos no singular

Com tudo pronto, mais que pronto, enquanto (des)espero que a natureza se digne trazer-me o nosso novo rebento ao mundo... vou fazendo e refazendo listas daquilo que posso ainda tratar ou adiantar antes do grande encontro.
Entre listas, que sempre foram meu vício, últimos retoques, recados aos familiares e controlo de ansiedade, minha e da primogénita, vou deixando a mente que nunca descansa perder-se em trauteios silenciosos para os demais.
Foram 9 meses em que estive constantemente acompanhada, nunca verdadeiramente só, mesmo quando ainda mal sentia, dentro de mim, esta ondulação impossível de ignorar. Hoje estava num daqueles momentos de perna ao alto no sofá, "Será que é p´ra hoje?", "Eu sei que lá fora chove, mas não estavas melhor embrulhado na mantinha?", a ler uma revista e não, não falo sozinha, mas o artigo era precisamente sobre isso! Não sobre falar sozinha, antes sobre a nova tendência apelidada de JOMO - joy of missing out. Nunca tinha ouvido falar! Vocês já?
Contudo, mesmo assim, depois de me debruçar (metaforicamente, claro, que esta barriga já não deixa) sobre o tema, identifiquei-me de imediato.
Sou pessoa que gosta de falar, quem me conhece sabe disso. Gosto de estar junto da família, rir com as amigas e viajar pelo universo psicadélico das redes sociais. Mas também tenho e necessito dos meus momentos de reclusão em que o encontro marcado é comigo e mais ninguém. Adoro estar num café enterrada numa poltrona a ler ou escrever apenas na minha enfadonha e muda companhia (é assim que a quero) e do cappuccino, obviamente! Não dispenso os meus momentos de introspeção, nem que seja 5 minutos no duche,  e compras, para serem produtivas e indolores para todos... só sozinha!
Houve tempos em que uma ida sozinha ao cinema ainda entrava na equação ao belo estilo JOMO. Hoje em dia as idas ao cinema são raras e substituídas por comédias à la carte no tapete da sala protagonizada pela doçura (ou travessura) de menos de um metro de altura cá de casa.
Não viveria plenamente senão rodeada por aqueles de quem gosto e me fazem bem, mas sou também feliz quando sozinha. Como se recarregasse baterias e relaxasse para que os outros me "suportem" melhor.
Nova tendência ou não de nome JOMO, para mim já é velha! E assim que na minha barriga apenas nadem disparates culinários, entre horas do leite, cocós, birras e miminhos... lá arranjarei forma de "JOMAR" uns minutitos.

Tuesday, 22 July 2014

Voltei!

Pois é... Sei que tenho andado ausente deste meu cantinho. Mais do que gostaria! Mas foi um afastamento involuntário que arrisco dizer já passou. Já explico.
Primeiro, gostaria de saber o que têm feito. 
Estão a preparar as malas para as férias ou já foram? 
Para onde vão? Praia, campo, montanha, passear ou ficar em casa? 
O que andam a ler? 
Contem! Contem!
Para o meu lado, muito se tem passado nestes últimos tempos, mas muito pouco relacionado com a escrita ou o mundo encantado dos livro!
Por uma estranha reação do meu organismo a uma poderosa alteração hormonal, daquelas que passam em nove meses (mais coisa, menos coisa) não tenho sido capaz de me aproximar das letras. Vejam lá que até o cheiro do papel me revolvia o estômago e só de pensar em ler (até os meus livros)... Nem vos digo, nem vos conto!
Entretanto, descobri que se lêsse em formato digital o enjoo não era tão grave e acabava por não superar a vontade de ler. Não descansei enquanto não comprei o meu bichinho - o kindle de capa verde. Adoro ler no meu bichinho, mas não há nada que se compare a folhear um livro. Até porque não posso bater com o kindle na mesa se alguma personagem me estiver a irritar e não convém chorar para cima do ecrã.
Contudo, com o tempo o meu estômago foi ficando mais discreto e já voltei a ler livros em papel. Não inspirei ainda o seu cheiro, não vá o Diabo tecê-las! Já fico feliz por ter voltado a «suportá-los».
Por isso... Estou de volta! E feliz por regressar ao nosso mundo encantado.

Wednesday, 12 March 2014

E para o ano há mais!



Li há uns dias numa revista feminina um artigo sobre mitos ligados às férias. O que mais cativou a minha atenção foi o de acharmos que vamos de férias recarregar baterias. Será mesmo um mito? Pus-me a pensar no assunto e… acabei por concordar!
Ora, aguardamos as férias sempre como uma criança espera a chegada do Pai Natal, mas o presente pode sair envenenado. Está claro que as férias nos dão tempo, melhor… tempo livre! As férias são para fugir à rotina, fazer aquilo de que mais gostamos ou conhecer novos lugares e culturas, são simplesmente para descansar ou dançar, cantar e até fazer uma boa dose de loucuras. É inegável toda a cor e prazer que as férias nos dão! Enquanto duram…
Na verdade, nos últimos minutos das nossas férias ficamos com um travo amargo na língua enquanto desfazemos as malas. O conhecido trauma de fim de férias (ou preparação do regresso ao trabalho). Aí, começamos a rever nas nossas cabeças o filme idílico dos últimos dias e deixámo-nos invadir pelo saudosismo e nostalgia. Como quando o verão chega ao fim e pensamos “E para o ano há mais!”. E sai o profundo suspiro! É ou não é?
Juntamente com esse suspiro, quantas vezes não vem também o desejo de largar tudo e abrir um bar na praia ou perder a cabeça e viver a fazer voluntariado, meditar na Índia ou mesmo dar a volta ao mundo à boleia? Tudo nos passa pela cabeça nesses últimos segundos que restas das férias. Tudo… menos regressar ao trabalho no dia seguinte.
É aí que ouvimos o estalido dentro da nossa cabeça, é aí que nos apercebemos que, apesar de inesquecíveis e maravilhosas, as férias não nos recarregaram baterias de verdade, mas antes recordaram-nos o quão cinzento o nosso dia a dia consegue por vezes ser. E não queremos voltar. Ai! Os primeiros dias de pós-férias são tão duros… Era suposto voltarmos mais motivados que nunca e cheios de garra! Mas não. Entramos numa marcha fúnebre… “Que tal foram as férias?” ao que respondemos “Passaram rápido demais!”. Na verdade eles parecem mais felizes que nós. Não deveria ser ao contrário?
Contudo, por vezes sabe melhor acreditar no mito, o Pai Natal continua a existir e as férias recarregam baterias! Sim! Recarregam baterias! Até porque, mesmo que custe horrores voltar ao trabalho, ficam guardadas com carinho as deliciosas recordações que serão para sempre nossas e darão cor aos nossos dias cinzentos sempre que pensarmos nelas. Até porque… não é por custar voltar que deixaremos de ir de férias! Um grande VIVA às FÉRIAS!!!

Thursday, 6 March 2014

Chegou!

Chegou ontem às minhas mãos o primeiro exemplar do meu novo livro “Perto de Ti, Longe de Nada”. A doce materialização de mais um sonho concretizado.
Não é fácil descrever a sensação de, depois de meses de trabalho e dedicação, por fim sentir, passar a mão sobre a capa do meu livro e dizer-lhe “Olá”, cheirá-lo (sim!), folheá-lo… e o mais ridículo… lê-lo como se fosse a primeira vez! Como se não tivesse sido eu a escrevê-lo.
É um momento especial, tão especial como o seu lançamento. Mas diferente... Neste momento sinto-me possessiva! Quero-o só para mim, lambê-lo e mimá-lo como se fosse uma cria! A minha cria.
E mesmo tendo já encontrado pormenores que necessitam ser aperfeiçoados antes de definitivo, ele continua lindo, perfeito para mim!  

Mas não se preocupem! Brevemente será partilhado convosco, estará nas vossas mãos, poderão tocar (cheirá-lo, também) e mergulhar nestas páginas que agora só eu folheio! A história deixará de se repetir apenas na minha cabeça ou encontrar-se desmaiada nas páginas deste livro, passando a estar viva através de cada um de vocês, os meus leitores. Será breve… brevemente! Curiosos? J

Monday, 17 February 2014

Ginásio da Mente

Este foi um bom fim de semana!
O sol voltou, irradiando consigo um cúmulo de delícias! A gargalhada espanta neura, a liberdade para sair à rua, o seu carinho quente de inverno no rosto e assaz inspiração. É verdade… nestes dois dias que separam duas semanas bastante atarefadas, reescrevi bastante no meu próximo livro. Não foram grandes alterações! Mais um retoque aqui e ali, mais uma frase que escapara da outra vez ou um parágrafo fora de sítio que me incomodava. E, no meio de todas estas negociações com o meu manuscrito, surgiu uma ideia para um novo livro! Mais do que isso… surgiu o esboço da história praticamente toda! Corri logo para o meu bloco de notas e libertei-me daquela sequência de palavras e novos acontecimentos. A ânsia de não esquecer! As personagens não têm nome e os locais estão desfocados. Contudo, elas um dia terão nome, rosto e vontades e esses locais cores e aromas. Mais uma ideia guardada com carinho, à minha espera para ganhar a sua essência!


Quantas destas ideias me visitam enquanto escrevo! Porque escrever é como uma droga… quanto mais se escreve mais se quer escrever e quanto mais se cria mais as ideias nos assaltam. Não. Uma droga, não, se não tem efeitos nocivos. Escrever é um ginásio, para a mente. Isso, sim! Exercita, tonifica a nossa imaginação, provoca sede, e que sede de palavras! E liberta endorfinas, deixando-nos bem sensíveis ao mundo exterior. Esse mundo exterior que é o mesmo de sempre… nós é que mudamos!
Sempre gostei de observar, aspirando tudo. Pequenos gestos, olhares, modos de falar ou gritar, de sentir, sofrer, até um dar as mãos. Mas agora que frequento muito esse ginásio que é a escrita (sim, porque o outro… não é para mim!), um dar as mão não é um simples enlaçar de mãos! É pele com pele, macia, áspera, quente ou fria, é o enlaçar dos dedos uns nos outros tocando os nós ou as veias que pulsam, duas linhas da vida que se unem, com passado, presente e futuro. É todo o mar de sensações que nos provoca o gesto. Porque escrever redesenhou-me os horizontes, como se tudo o que me rodeia deixasse de ter apenas três dimensões, passando a ter seis. O olfato, a audição, a visão, o tato, o paladar e a intuição, o tal sexto sentido. Por esta ordem ou outra qualquer!

Já experimentaram?

Friday, 14 February 2014

Não... não é (só) sobre o dia dos namorados!

Muitas são as versões da história pela qual se diz celebrar este dia. A minha preferida é passada na Roma antiga. A história do bispo que foi preso e condenado à morte por desafiar o imperador realizando casamentos em segredo. O imperador considerava os solteiros melhores combatentes e o casamento passou, então, a ser proibido. O nome desse bispo era Valentim. Preso, à espera da execução, recebia flores e bilhetes de todos aqueles que ainda acreditavam no amor.E deu-se um milagre. A filha do carcereiro por quem se apaixonou recuperou a visão. Dia 14 de Fevereiro ele foi decapitado, mas não sem antes deixar um bilhete de adeus à sua amada, assinando “De seu Valentim”.   Trágica e romântica, é uma história que ainda hoje vive, celebrada em muitos países. Mas tal como os apaixonados da Roma antiga, acho que ainda hoje esta data deveria ser comemorada com bilhetinhos artesanais, escritos à mão (como nos tempos de escola) e com flores surripiadas do jardim (quem já não o fez?). Gestos simples carregando sentimentos que podem e devem ser trocados… não só neste dia! O segredo está na simplicidade. Porque o amor deveria ser simples, despretensioso e gratuito. Mas isto é apenas um desabafo meu!
Cá estamos, então,  no dia de S. Valentim! O dia dos namorados!
Será mesmo? Não será mais o dia dos donos de restaurante, das floristas, das fábricas de chocolate, dos centros comerciais, SPAs e por aí a fora? Ok… é um dois em um… namora-se a ajuda-se a economia do país! Será mesmo este o dia dos apaixonados? Para muitos… talvez! Para outros… nem por isso! Já para não falar no facto de, histórias à parte, este dia ser um gigante reclame luminoso ao olhos daqueles que não têm um par. Porque ainda não o encontraram, porque não foram correspondidos, porque não querem um ou, pior, porque o perderam, para alguém ou para sempre.
Ser solteiro pode ser uma opção, um modo de vida, uma situação, um estado civil. Mas é-o como qualquer outro, não implicando tacitamente felicidade, infelicidade ou um estado assim assim. Tal como ser casado ou divorciado também não! Ora, segregando os estados civis (voluntários) hoje em dia disponíveis, teríamos… o solteiro com muito gosto, o bem casado, o divorciado e feliz ou o solteiro mas não me lembrem disso, o casado tirem-me daqui e o divorciado porquê a mim! Existem muitas situações possíveis… tantas que dariam um outro post, ou até um livro… muitos livros, aliás!

Pessoalmente, não festejo o dia dos namorados. Respeito todos aqueles para quem este dia é, por diversos motivos, especial, mas não é um dia para mim! Não por uma questão de romantismo ou estado civil. Nada disso! Apenas porque, para mim, o conceito de romantismo caminha junto com a tranquilidade, a união, a virtude de se ser original, a intimidade. E neste dia há casais por todo o lado! Já para não falar nos jantares de mulheres que celebram a amizade também neste dia e nas saídas de todos os outros, porque afinal… é sexta-feira! Para onde foi então o jantar num canto recatado do restaurante? Ao nosso lado acotovelam-se outros demais ouvindo perfeitamente e sem esforço as conversas. Para onde foram os passeios  naquele parque mesmo romântico? Todos parecem ter tido a mesma ideia! Para onde foi aquela sensação de sermos os únicos serem à face da terra, tão apaixonados que o resto deixou de existir? Não teria ido a lado nenhum, não fossem as centenas de casais também únicos e apaixonados que nos perseguem. 
Não quero com isto ser muito negativa quando a esta celebração (não conseguindo evitar sê-lo um pouco, é verdade), mas se é para ser assim… prefiro outros dias. Mais singulares serão outras celebrações para os apaixonados… como o dia em que se viram pela primeira vez, ou fizeram uma figura verdadeiramente estúpida numa demonstração de amor, a data do primeiro beijo que trocaram ou aquele momento em que decidiram partilhar a vida juntos! Tantos momentos para celebrar… só vossos, de mais ninguém! Mas para todos aqueles em que um ou mais destes acontecimento ocorreu neste dia… esqueçam tudo que escrevi e… Feliz dia de S. Valentim! J

Saturday, 8 February 2014

Poder dos Sonhos

Hoje escolhi falar-vos sobre os sonhos! Não aqueles por que lutamos, aquela nuvem mágica que nos persegue, a que queremos que se desfaça em chuva e nos molhe da cabeça aos pés. Não são esses sonhos… desta vez! Falo dos que nos visitam à noite, enquanto dormimos. Não sei se vocês são daquelas pessoas que mal pousam a cabeça na almofada desligam para tudo, mesmo para o mundo do subconsciente e do imaginário. Eu não! A minha imaginação continua a trabalhar durante o sono, com mais força, atrevo-me a dizer, do que durante o dia. Enquanto que acordada sinto que tenho algum (não total) controlo sobre aquilo que crio ou imagino, enquanto durmo, a minha mente entra num estado de liberdade completa, rebelde, indomável. Por vezes, nem acordar a meio da noite a refreia. Mal volto a pegar no sono, regressa esse mundo paralelo exactamente no ponto onde tinha sido interrompida a história. História…. Bem, não sei se posso chamar-lhe bem de história, porque isso implicaria que tivesse algum nexo, no mínimo, um principio, um meio e um fim. E os meus sonhos não têm nada disso. Começam pelo fim ou só têm meio e em alguns deles eu sou até um amendoim! Como podem ver o assunto é grave! Estou certa de que muitas vezes já sonharam assim também. Daqueles sonhos tão estapafúrdios que não se devem nem escrever no bloco de notas da mesinha de cabeceira, muito menos contar em voz alta a outro alguém. Contudo, cá estou eu a partilhar isto com vocês. Não é segredo, não é vergonha, não é raridade nenhuma! Apenas uma curiosidade.

Às vezes acordo com o sonho dessa noite bem fresco na memória e penso “Devia vender os direitos para Hollywood”. Davam filmes de todos os géneros cinematográficos que possam imaginar!  Mas passados alguns segundos o sonho já se esfumou e quanto mais o tento agarrar mais depressa ele desaparece. Outras vezes… eles ficam, quer eu goste ou não. E são esses os que ficam na memória os que formam a minha biblioteca imaginária de imagens estranhas, sentimentos inéditos e acções irreais. O banco de sonhos que nos faz rir, chorar, ponderar, aproveitar, recear, revoltar ou até mudar.

E este assunto leva-me a falar de um filme que vi, um filme daqueles como eu gosto, daqueles que nos põem a pensar mesmo depois de termos deixado a sala de cinema ou o sofá, daqueles que precisamos ver mais do que duas ou três vezes. Verdadeiros enigmas de ecrã! O filme é “Inception” (A origem, título português). Não vou aqui entrar em detalhes da história, até porque pode haver alguns de vós que ainda não o tenham visto, mas este aborda um conceito diferente. Não que nós já não tivéssemos pensado nele! O sonho, no sonho do sonho… e por aí fora! É como a menina que tem na mão a bola de cristal que tem lá dentro neve e outra menina que segura outra bola de cristal que tem outra menina e neve e outra bola de cristal lá dentro… sem sabermos onde isto pára. E se pára! Este filme deixa-nos a pensar nisto, não deixa? (pergunto para quem viu o filme, claro!) Deixa-nos a questionar o limiar entre o real e o sonho. No fundo o próprio filme acaba por nos fazer vítimas daquilo por que se intitula (na versão original). Implanta em nós uma ideia, uma dúvida. E, no fundo,  não é o que alguns sonhos fazem também?

Friday, 7 February 2014

O sonho é escrever e escrever, o desejo é estar mais perto

Pois é… Cá estou eu a estrear este meu novo cantinho. Diferente, acolhedor, onde posso vir falar com vocês sempre que me apetecer!
Confesso que me faz um pouco de confusão a comunicação hoje em dia! Ora temos o Facebook, o Twitter, o linkedin, o site, o blogue, muitos outros “.com”… tanta formas distintas de passarmos o dia a comunicar uns com os outros! Não vou dizer que em outros tempos não era assim! Se bem se lembram, bem antes dos telemóveis, já tínhamos o telefone, a ansiada carta, o telegrama, os bilhetinhos voadores, as portas das casas de banho e até o copo e o fio! As coisas simplesmente evoluíram e… lá está: são formas diferentes umas das outras e cada uma traz algo que só ela pode trazer. Aos poucos e poucos vamos cedendo e cedendo entregando-nos às potencialidades do mundo moderno. E lá cedi eu! Podem encontrar-me em quase (quase…) todos esses sítios.
O sonho é escrever e escrever, o desejo é estar mais perto do leitor, o resultado é escrever-vos de e em todo o lado! J
É com prazer que aqui vos escreverei sobre o meu trabalho enquanto escritora, sobre os meus livros, dilemas e desafios, sobre actualidades, sobre mim e o dia-a-dia.
Não deixem de me visitar!
Obrigada pelo apoio…

Sílvia Soares